ENTREOUVIDOS

Nos revezávamos para fazer a “prensa” funcionar. Nela havia espaço para uma pessoa e uma pilha de jornais. Quando a criançada apertava o “botão mágico”, fazíamos a “prensa” sacodir até “cospir” um exemplar de estreia do jornal. Reinaldo se materializava no meio da criançada, como que alçado das páginas centrais que contavam sua história.